
Origens — Jomon ao Edo.
Tatuagem ritual nos dogu de argila. A inversão do Yayoi ao Edo — bokkei como marca criminal — e o estigma que sobreviveu séculos. Por que o Irezumi começa pela história.
Tradição milenar do Irezumi · 8 módulos · Turmas reduzidas · Tijuca + Nova Iguaçu
Esse workshop não é tutorial. É mergulho — da Era Jomon ao bodysuit contemporâneo, do horishi de xilogravura ao Tebori manual, do Mikiri ao Akebono. Quem sai daqui não copia: compõe.
O caminho mais curto pra autoria passa pela raiz. Quem encurta, repete.
Cada módulo é uma leitura histórica + vocabulário técnico autêntico + exercício de composição. Da raiz à pele.

Tatuagem ritual nos dogu de argila. A inversão do Yayoi ao Edo — bokkei como marca criminal — e o estigma que sobreviveu séculos. Por que o Irezumi começa pela história.

Período Edo (1603–1868): o romance Suikoden, a xilogravura como referência visual, a transição dos artesãos horishi da madeira para a pele. A linguagem nasce de uma técnica de impressão.

Da goiva à derme. Como o gesto de esculpir madeira foi traduzido para inserir tinta na pele. Princípios do Tebori que continuam vivos mesmo na máquina contemporânea.

O fundo que carrega a peça. Os cinco elementos da natureza — pedra, ar, água, raios, fogo — e como eles definem fluxo, contraste e a moldura invisível.

Vocabulário de composição. Como peônia, ondas e pedras se organizam no espaço corporal. Akebono — o gradiente da aurora — como assinatura cromática do estilo.

Leitura do corpo inteiro como uma única peça narrativa. Como pensar manga, costas, perna e abdômen integrados — e por que a peça grande exige outro tempo do desenho.

Coerência estacional · fluxo dos elementos · hierarquia · emparelhamento mitológico · limite do Mikiri. As regras silenciosas que separam composição autoral de colagem.

Estudo da obra de Horiyoshi III, Filip Leu e Shige. Não para copiar — para entender as escolhas que fazem essas peças durarem 50 anos sem envelhecer.
Cinco escolhas que organizam todo o curso — e que separam um curso autoral de um tutorial.
Aluno sai compondo, não imitando. O objetivo é a peça que só você poderia desenhar.
Conteúdo vem do Japão Edo, não de Pinterest. Suikoden, Ukiyo-e, Horishi — fontes primárias.
Vinicius conduz pessoalmente. Sem terceirização, sem instrutor convidado, sem aula gravada de outro tatuador.
Pouco aluno por turma. Tempo real de revisão por desenho. Atenção que workshop de massa nunca dá.
Se sua mão ainda não está pronta pra um módulo, eu te digo. Não vendo certificado — entrego trajetória.
Três caminhos diferentes do mesmo idioma. Referências obrigatórias pra quem quer entender o Irezumi como linguagem viva, não como decoração.

O guardião da tradição. Tebori clássico. Discípulo de Horiyoshi II. Hoje a referência número um do horimono autoral — a peça-padrão da escola japonesa contemporânea.

A ponte ocidente-oriente. Herdeiro de Sailor Jerry, construiu uma escola que respeita a raiz japonesa sem cair em cópia literal. Composição forte, paleta editorial.

A geração que reinventou. Linha contemporânea com vocabulário totalmente japonês. Cor saturada controlada, encaixe corporal milimetricamente estudado.
Mentor · 2026
Nove anos de ofício contínuo. Comecei a desenhar antes de aprender a escrever direito. Aos quinze, uma máquina nas minhas mãos virou pacto comigo mesmo. Larguei a faculdade pra não largar isso.
Atendi em casa, em estúdio próprio, agora na Tijuca e Nova Iguaçu. Trabalho no oriental e no neo-tradicional porque essas linguagens carregam séculos de gente que pensou cada folha, cada onda, cada dragão. Eu não copio o passado — eu continuo a frase.
O workshop é o lugar onde divido isso. Não tutorial. Conversa entre quem está há tempo no ofício e quem quer entrar com profundidade.
Conversa direta no WhatsApp. Sem formulário, sem cadastro, sem auto-responder. Eu te respondo pessoalmente com calendário da próxima turma, formato e valor.